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memóriacurta

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Impressões Gerais V

Passaram-se 4 anos e uns pozinhos.

Leio que houve crescimento na Espanha. Dá-se algum destaque a esta notícia, pois os espanhóis vão a votos lá para dezembro

Na Grécia também houve crescimento, mas não se dá grande destaque.(http://br.sputniknews.com/mundo/20150813/1850641.html)

E em Portugal também houve crescimento este ano, e batemos o recorde de exportações, e de receita fiscal, e os desempregados são menos do que eram em 2011, e o PS gastou mais com os colégios privados que o Sr. Crato, e hoje numa entrevista o Secretário de Estado dos Transportes disse que se pouparam inumeráveis milhões com a renegociação das PPP e que os efeitos já se fazem sentir na bolsa dos portugueses desde 2012, apesar dos contratos apenas agora serem assinados. Também temos garantidos subsídos de renda para 2016, retornos da sobretaxa para 2016, complementos para idosos para 2016 ou 17, regresso do abono de família para 2016, etc, etc. Tudo isto prometido não pelo PSD, mas pelo Governo que cessa funções dentro de alguns dias.

Voltemos ao Secretário de Estado dos Transportes: com que então um ajustezinho direto? Veio a calhar uma entrevistazinha a falar sobre PPP's (epá, fala-se sobre poupanças, ninguém verifica e fazes boa figura). Há que fazê-lo agora, não é? Poupam-se alguns milhões, a sério? Explique lá isso...se for assim, então, atiramos o Código dos Contratos Públicos às malvas e temos os nossos problemas resolvidos. 

E a TAP, que fica em mãos portuguesa a maioria do capital, mas que afinal não é maioritário, foi uma confusão, ou talvez não, não sei o que responder, agora não, quando sairmos do Governo, olhe pergunte mais acima. 

(o que diz o psd: http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=4619173; mas outros dizem: http://www.sol.pt/noticia/401493)

Agora ao senhor Crato: pode por favor concretizar com dados o que afirmou? Pois, o jornalista não questionou (há filhos para alimentar, rendas para pagar). Uma coisa é certa: se precisar de ajuda para uma manifestação, para uns slogans, uns panfletos, uns artigos inflamados nos jornais, conte com o ensino privado (consigo desde 2011) (já quer dizer alguma coisa)

Sobre o desemprego, aqui para nós, quantos estágios terminarão a 31 de outubro? E em dezembro? Ora bem, se havia 25.000 estágios em 2011 e agora temos...sei lá...70.000, arranjámos 45.000 mil empregos ou removemos 45.000 desempregados das listas do INE? Excelente, mas não basta, há outras formas de compor a estatística (http://ladroesdebicicletas.blogspot.pt/2015/07/onde-para-o-desemprego.html).

 

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